

Equipe

Djanna Zita Fontanive
Professora de Ensino Religioso na rede municipal de ensino de Rio do Sul/SC. Participa do Centro de Direitos Humanos do Alto Vale do Itajaí e do Grupo de Pesquisa Ética, Alteridade e desenvolvimento GPEAD/FURB.
Benzimentos me acompanham desde que eu era uma semente no ventre de minha mãe. Benzer é uma das linguagens do amor! Conhecer e respeitar as manifestações culturais religiosas é possibilitar o direito de existir e de ser preservada.
Dolores Henn Fontanive
Professora e líder comunitária. Participa do Centro de Direitos Humanos do Alto Vale do Itajaí. Coordenadora do projeto: Onde Moras? Infomapa das benzedeiras e benzedores de Rio do Sul.
No caminho por “onde moras”, encontramos o espaço sagrado onde se realizam significativas mudanças. A sabedoria, a acolhida, o amor, a fé, a cura e a esperança são aprendizados desse encontro com as benzedeiras e benzedores – nosso patrimônio cultural imaterial. Gratidão às mãos solidárias que tornaram possível a realização desse projeto cultural!


Jucélia Denise Hardt
Graduada em História e Pedagogia, neta da benzedeira Julia Hardt (falecida).
O ofício de benzer, auxilia as pessoas nos mais diferentes problemas, mal do corpo, mal da alma, mal da mente. Até hoje, o benzimento faz parte da minha vida e a fé que me apoia nos momentos mais difíceis.


Diego de Oliveira
É designer, fotógrafo e videomaker. Participa do coletivo Oca Cultural. Artista da técnica de colagem.
Lilian Blanck de Oliveira
Professora no Programa de Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento Regional da Universidade Regional de Blumenau – FURB/SC. Coordenadora do grupo de pesquisa Ethos, Alteridade e Desenvolvimento (GPEAD/FURB).
Benzer é ter fé. É dom de cura que se corporifica no gesto de amar o próximo. É testemunho diário das benzedeiras e benzedores que auxiliam na superação do sofrimento. É saber que resiste e se faz memória e história em diferentes territórios e territorialidades. Gratidão e respeito às benzedeiras e benzedores.
